O Marido bebado e a esposinha leva no …

Voltavamos de uma festa quando na portaria um amigo do meu marido pede carona. Muito gentil sentou-se no banco traseiro e no caminho sugeriu um lindo mirante em Belo Horizonte, proximo a av Bandeirantes. Ficamos um tempo admirando a paisagem quando meu marido apagou pela bebida. Rimos um pouco e com a madrugada ficava frio e nosso “amigo” me abraçou. Por instinto aceitei sempre de olho em meu marido, que dormia no banco. Neste instante um casal transava num carro com os vidros escuros, mas escutavamos o gemido da garota. Entao ele me abraçou por tras e começou a me acariciar elgiando o possivel desempenho da garota. Meu casamento nao ia bem e me deixei envolver quando fui sentindo os toques em meu corpo e logo já em minha bucetinha. Rapidamente ele me fez pegar em seu pinto e eu o punhetava beijando-o até que completamente diferente do que sou normalmente me entreguei e ajoelhei ali mesmo, pois nao podia entrar no carro. Chupei como se fosse a primeira chupada tanto pela situaçao como pelo romantismo do lugar e o tesao da situaçao. Depois de um tempo alisando aquele pinto durissimo fui encaminha a ficar de costas na tampa do porta malas e senti aquela lingua deslizar em minha bunda e bucetinha encharcadissima e eu ali olhando para meu marido apagado. Foi quando vi pelos movimentos que ele colocava a camisinha. Me arrependi e tentei sair, mas fui segura por um braço enlaçado na cintura enquanto o outro guiava o pinto que deslizou para dentro de mim doendo, pois fazia mais de um mes que eu nao transava. E assim foi por um tempo incrivel debruçada no porta malas arrebitando e ele nao gozava e eu ja me desfalecia em tres gozadas, até que ele guiou novamente seu pinto escapado de dentro de mim para o meu nunca explorado cuzinho. A situaçao nao me permitia gritar ou tentar me desvencilhar enquanto ele mexia em seu pinto melado. Forçou com jeito a entrada e me pedindo para relaxar iniciou a penetraçao e eu ali olhando meu marido pelo vidro do carro com o vestido erguido, calcinha no meio das pernas levando bem no cuzinho. Por instantes quase cai na real depois me entreguei tanto que ele até me soltou e me agarrou pela cintura bombando o mais forte que podia até que gozei dando o cuzinho como nunca imaginei que seria capaz. senti o calor do seu esperma e entao vi que ele tinha tirado a camisinha para alagar minha bunda. Que experiente. Quando me virei o casal havia descido do carro e a garota estava de pé do lado de fora chupando seu companheiro. Eu tentava nao olhar , mas nao conseguia e ainda com o corpo envolvido pelo “amigo” que erguia meu vestido oferecendo a visao do meu corpo ao homem como incentivo que terminou numa gozada ao redor da boca da namorada que nos olhou sorrindo e se limpando com a calcinha. Me recompus e durante a recuperaçao de folego ainda chupei-o no interior do carro no banco de tras e o eu marido ao volante. Nao tive coragem de dar de novo ali dentro, mas nao faltou vontade. O dia amanheceu e o acordamos e fomos embora comentando que todos haviamos “APAGADO”dentro do carro. Toda melada eu me lembrei que realmente cuzinho, nem sempre do bebado, nao tem dono.

Autor: novinha

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Fui arrombada.

Oi, Meu nome é Naira. Eu tenho um rosto de menina moça e sou uma pessoa de estatura frágil. Vou contar uma coisa que me aconteceu nos meus 18 anos. Eu fazia parte do CPM do colégio onde estudava. Havia um Pai de uma aluna que auxiliava nossos trabalhos. Era um Homem de uns 50 anos mais ou menos. Ele me olhava muito e podia notar pelo reflexo do vidro da janela. Ele sempre que achava seguro, me comia a bunda com o olhar. Isso me deixava louca e muitas vezes ia para casa com a calcinha molhada de tesão. Um dia arrisquei e olhei para o volume de sua calça. Que só me deixou com mais tesão. Em casa não resisti e me masturbei pensando no que notei. Certo dia eu fui com uma saia curta a larga. Estava muito calor. Me debrucei na mesa para ver uns papéis e quando me viro para a janela, vejo o reflexo dele com a mão se alisando no pau disfarçadamente e olhando para minha bunda. Aproveitei para mexer mais com ele, empinei até que parecesse minha calcinha. Fiquei assim o mais tempo possível. Quando virei disfarçadamente olhei o volume em sua calça. Me espantei com que eu vi. Fiquei louca de curiosidade de saber o tamanho do pau dele. Naquele dia ele me ofereceu uma carona para me levar em casa. Aceitei de imediato. No caminho ele me disse que iria passar no escritório para pegar uns papeis, se eu não me importasse. Subimos no escritório dele que estava completamente vazio. Eu me debrucei na mesa dele com a desculpa de ver uma foto de sua filha. Empinei bem a bundinha prá ver a reação dele. Não se fez de rogado e passou a mão na minha bunda, levantando minha saia. Ele tinha uma mão enorme de grande, dedos grossos e compridos. Era bem maior que eu, que tinha um corpo de menina. Aquela mão me fez tremer toda, o desejo tomou conta de mim. Eu ia vira, quando ele me voltou a posição de bruço e começou a se esfregar em minha bunda. Pude sentir que o volume não era pequeno. Ele baixou minha calcinha até a metade de minhas coxas e se ajoelhou. Senti sua boca me beijando a bunda, me beijava toda, até que senti sua língua passava entre minhas nádegas me lambendo toda. Empinei bem minha bundinha e ele começou a lamber meu cuzinhos me deixando muito louca de tesão. Em seguida ele tirou de vez minha calcinha e abriu mais minhas pernas. Pude sentir seus grossos e longos dedos em minha xaninha que estava completamente molhada. Senti o dedo entrar e gozei, pois já não suportava mais de tesão. Recebi dele um convite para ir até um motel bem discreto que não ficava longe dali. Eu disse sim, porque tudo que eu queria era ver aquele pau que me roçou na minha bundinha. Entrando no Motel, começou a me beijar e a me chupar, me deixando em brasa. Arrancou minha blusa e começou a chupar meus peitinhos com uma força deliciosa. Tirou a camisa e pude ver o quanto era peludo, um pelo volumoso e levemente grisalho, muito lindo. Tirou toda a roupa ficando só de cueca, para meu desespero. Deitou na cama comigo e eu não me fiz de rogada, fui com as mãos baixar sua cueca e vi o que tanto queria ver. Era um lindo pau, enorme e muito grosso. Até assustador. Não sabia se agüentaria aquilo tudo em mim, o medo tomou conta. Resolvi inicialmente por na boca, quase não coube nela de tão grosso. Fiquei mais assustada ainda. Mas ele não queria que eu só chupasse e me levou para o meio da cama abriu minhas pernas e direcionou aquela vara enorme em minha xaninha. Pedi que colocasse devagar, que era muito grande… Pude sentir a cabeça daquele enorme pau me alargando a xaninha. Doeu um pouco, mais eu estava com tesão demais para pedir para parar. Deixei que entrasse toda a cabeça e me senti arrombada por aquele verdadeiro Homem. O pau dele tinha uns 22 cm e era muito grosso, me senti toda alargada por ele. Em seguida senti que não parava mais de entrar em mim. Procurei limitar o entrar dele, por causa do tamanho. Veio o vai a vem, começou a me comer gostoso e eu relaxei mais no limite até que senti ele no meu útero. Gozei várias vezes e aquele homem não gozava nunca, seu pau cada vez parecia maior e mais pulsante. Eu estava toda melada na região. Foi quando ele me botou de quatro e começou a me comer a por traz. De repente senti que seu dedo em meu cuzinho, que estava totalmente molhado. Senti que entrava um depois dois dedo, entrando e saindo. Gozava cada vez mais, era uma coisa deliciosa. Já estava fraca, sem forças para nada, completamente esgotada, a mercê daquele Homem. De repente ele tirou o enorme pau de minha xaninha que estava já assadinha e posicionou no meu cuzinho. Assustada quis reagir mas não tinha forçar, ele me agarrou pelas ancas e enterrou o mastro no meu cuzinho ainda virgem. Gritei de dor, pedi que tirasse pelo amor de Deus, doía muito aquele pau era grade demais e me rasgou. Ele apenas pediu que eu ficasse paradinha para que o meu cuzinho moldasse o pau dele. Tentei sair mais uma vez e ele me agarrou com força de mandou que sossegasse. Pude sentir com o tempo que meu cuzinho reduzia a dor que o mastro dele me causava. Fiquei quietinha e de retente ele começou a bombar no meu cuzinho, agarrei os lençois com força e puxei para mim. Era um pau grande demais para meu cuzinho. Por mais que eu estava gostando doía bastante. Foi quando senti o pau dele aumentar mais ainda de volume dentro de meu cuzinho, já todo ardido. Ele estava me enchendo o cuzinho de seu leite quente. Se deitou por cima de mim e assim ficamos. Seu pau foi aos poucos diminuindo de tamanho dentro de minha bundinha, até que saiu de dentro do meu cuzinho. Fui ao banheiro e passei papel na bundinha e vi que estava com bastante sangue que saiu do meu cuzinho. Ele arrebentou todas minhas pregas. No outro dia pedi para sair do CPM, porque se ficasse tinha medo de querer repetir a dose. Nunca mais vi um pau de tal grossura na vida. Mas a cada vez que lembro me masturbo pensando naquele Homem.

Autor: Katita

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Nossa primeira vez em uma casa de swing

Esse é mais um relato verídico e as identidades continuarão sendo preservadas. Pra quem não leu meu 1º conto ainda, meu nome é Aghata, tenho 27 anos, sou casada a seis anos, meu marido se chama André e tem 36 anos.

Depois da experiência que tivemos com nossos compadres não mais fizemos nada com eles, mas, a experiência foi tão boa que resolvemos ir a uma casa de swing, mas, primeiro pesquisamos para saber como funcionava, pois, tínhamos certo receio, um dia pesquisando entramos no site de uma casa muito famosa onde moramos e conhecemos um casal que já freqüentava essas casas. Começamos conversar pelo MSN e eles nos explicaram tudo e como funcionava muito bacana esse casal. Ficamos conversando por um longo tempo via MSN até que um dia eles nos convidaram para ir conhecer essa casa que eles freqüentam e concordamos mas, com a condição de só conhecer,sem praticar nada.Chegou o dia marcado,deixamos as crianças na casa da minha sogra,tomei um banho bem gostoso com direito a sais e tudo mais,coloquei uma lingerie consideravelmente sexy,um vestido acima dos joelhos e uma maquiagem leve.Chegamos ao local combinado por volta das 23:00,nossos “anfitriões” ainda não haviam chego,sentamos em a mesa e pedimos um drinque,enquanto esperávamos aproveitamos para observa tudo,haviam pessoas dançando em um ritmo bem sexy,outras em mesas conversando e bebendo,tudo muito normal!Enquanto esperávamos notamos que um casal estava nos observando, então esse casal se aproximou de nossa mesa, se apresentaram e perguntaram se estávamos a fim de uma brincadeira, pedimos desculpas e falamos que era nossa primeira vez e que estávamos esperando um casal amigo nosso, eles nos deram as boas vindas e se retiraram dizendo que se precisássemos de algo eles estariam por perto,agradecemos.Quando nossos “anfitriões” chegaram já era quase 23:30,nos cumprimentamos ,eles pediram suas bebidas e ficamos conversando,dançamos um pouco e voltamos para mesa. Rafael nos disse que poderíamos ficar só olhando se essa era nossa vontade, concordamos, então ele nos convidou para ir a um lugar mais reservado, fomos. O local era aconchegante, havia uma cama e duas poltronas, as paredes de treliças. Sentamos nas poltronas e eles na cama, Rafael e Sandra começaram se beijar olhei para André e ele estava como que hipnotizado,isso que eles estavam só se beijando hem! Algumas pessoas passavam e paravam para olhar entre as treliças, mas, não ficavam muito, acho que era por que eles ainda não estavam praticando o ato em si. Sandra estava com uma blusinha de alcinhas, uma saia curtinha e salto alto, estava muito bonita, enquanto beija ela Rafael foi deslizando a mão e ao mesmo tempo baixando a alça de sua blusa, isso foi me deixando excitada, as pessoas agora já paravam para observar,não agüentei,sentei no colo de André e o beijei ardentemente,acho que Rafael e Sandra notaram que estávamos nos esquentando e vieram para junto de nós,Rafael começou acariciar minhas costas e Sandra começou acariciar André por cima da calça, meu corpo já estava pegando fogo.Sandra puxou a cabeça de André carinhosamente e o beijou,Rafael pegou minha mão e me guiou até a cama,me deitou e foi acariciando todo meu corpo, se antes eu já estava pegando fogo agora eu estava um vulcão,

Inclinei a cabeça para ver o que André estava fazendo e me surpreendi ao ver que Sandra já estava fazendo um delicioso boquete nele. Rafael então foi tirando meu vestido lentamente côo que para me torturar, pois, a essas alturas eu já o queria dentro de mim, ao mesmo tempo em que ia me despindo me elogiava também, não agüentei, me sentei na cama ele em pé á minha frente, tirei sua calça o mais rápido possível e caí de boca naquele pau delicioso, se André estava recebendo um delicioso boquete por que eu não poderia fazer também?Sandra e André vieram para cama também, André a deitou bem próximo a mim e me olhou com uma cara de safado, arregaçou as pernas de Sandra e a penetrou. Fui à loucura!! Rafael me empurrou para trás me deitou de costas e penetrou minha xaninha com maestria, nessa hora o vulcão estava quase em erupção. Ele ia socando tão gostoso que fui obrigada a rebolar naquele pau maravilhoso, naquele momento se havia alguém nos observando não sei dizer, pois, estava tão excitada que só ouvia meus gemidos e os de Sandra ao meu lado, o que eles estavam fazendo não sei dizer, com os olhos fechados me sentia nas nuvens, já não ligava se estava sendo comida por outro homem e tão pouco se André estava comendo outra pois, sabia que ambos estávamos sentindo muito prazer. Abri os olhos e Sandra estava em pé com uma perna na cama e outra no chão todo arreganhada e André a penetrando por trás, não seu se era anal, creio que sim. Rafael então agarrou minha cintura e me puxou para perto dele me fazendo ficar de quatro, socava tão forte, tão delicioso e puxava meus cabelos que não resisti e gozei, o vulcão explodiu!!Depois que gozei, Rafael enfiou sua rola em meu rabo tão gostoso que quase gozei novamente, olhei para André e ele também estava comendo a Sandra de quatro. Rafael ia metendo cada vez mais forte no meu rabo e cada vez mais rebolando em sua rola grossa e delicioso. Ele tirou sua rola do meu rabo e ficou se masturbando em minha frente e puxando meu cabelo para trás, que linda gozada, ele gozou em meu rosto, senti seu gozo escorrendo no meu rosto tão quentinho. Achei que André e Sandra também já haviam acabado, mas não, agora ela estava deitada na cama de pernas para cima e André comendo o rabo dela, Rafael começou beijá-la e eu fui mamar em seus seios, ela chegava a dar uns gritinhos de prazer. André tirou o pau de dentro dela e gozou em cima dela, lambuzando toda sua barriga. Só depois que percebi que haviam umas pessoas dentro do quarto(homens) se masturbando e gozando, foi uma sensação estranha e boa ao mesmo tempo, me sentia fazendo um filme pornô. E assim foi a primeira vez que fomos a uma casa de swing.

Autor: PQNA

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Estuprada no hospício parte II

Minha pele branca estava com as marcas das mãos dos maníacos que abusaram de mim e meu anus ainda passou um tempo a escorrer o esperma dos vários homens que tinham me comido. Eu já estava há uma semana internada, mas não conseguia sentir o tempo passar, depois de me estuprarem junto à grade da ala masculina colocaram-me em uma sala alcochoada onde passei alguns dias sem ter contato com as outras pessoas e sem poder ver o sol. Um dos enfermeiros disse a mim enquanto me tirava da grade que ia dar-me alguns dias para me recuperar e que era bom que eu tivesse outra postura para com eles dali em diante. Nessa época eu ainda era virgem apesar de terem feito o que fizeram com o meu bumbum, eu pensava comigo mesma em uma forma de sair daquele manicômio, estava chegando o dia das visitas, e meu plano era quando minha mãe chegasse, contar o que ocorreu aqui dentro nos dias que se passaram.

No dia da visita que na realidade só realizou-se quinze dias depois do ocorrido na grade, eu esperava minha mãe com muita ansiedade, ela veio e tentei explicar o que tinha acontecido comigo, mas de antemão o médico já tinha falado com ela e disse que eu estava delirando e que tinha sido pega com um pedaço de madeira que tinha arrancado da grade da cama e o tinha enfiado no reto a ponto de sangrar. Disse também que os bondosos enfermeiros temendo pela minha integridade física colocaram-me isolada em um quarto alcochoado e que eu precisaria ficar pelo menos uns três meses internada. Minha mãe aterrorizada com o comportamento que disseram que eu tive, pediu que me acalma-se que tudo iria acabar bem, tentei contra-argumentar dizendo minha versão dos fatos, mais foi inútil, eu estava tão medicada que não conseguia organizar direito os pensamentos e todo o meu esforço para dizer o suplicio que estava passando foi se perdendo na falta de coerência de minhas palavras. Nesse dia minha mãe saiu com lagrimas nos olhos ao constatar que eu não estava muito bem, mas não deixou de salientar que o médico sabia o que estava fazendo e que no momento era obrigada a me entregar nas mãos dele posto que suas condições financeiras não permitiam que ela me colocasse em um lugar melhor.

No mesmo dia quando minha mãe foi embora e estávamos todas no pátio, a menina do inicio do conto, a que tinha feito o boquete aproximou-se de mim, estabelecemos uma conversa, descobri que o seu nome era Paula e que na realidade completara seus dezessete anos de idade dentro do hospício, no momento ela era a preferida para as orgias que os enfermeiros praticavam, posto que era novinha, muito bonita e desde que tinha chegado não se negara em nenhum momento a servir como escrava sexual aos homens. Conforme me confidenciou, até a enfermeira gorda já tinha usufruído de seus dotes, era uma devassazinha aquela menina apesar de tão jovem, ainda em tom de confidencia disse-me que dentro daquele hospital não tinha muita coisa o que fazer, vez ou outra aparecia umas atividades artesanais com argila ou folhas de borracha colorida para ocupar a mente das internas, mas que o restante do tempo ficavam entregues aos seus loucos pensamentos, e que quando ela se entregava ao sexo ela ficava mais calma e eles reduziam sua medicação. Segundo ela o próprio médico apesar de não participar das costumeiras sessões de sexo com as pacientes, fazia vista grossa em relação ao comportamento dos enfermeiros, pois acreditava que as neuroses eram fruto de uma sexualidade reprimida, tanto que os enfermeiros tinham carta branca para abusar das neuróticas até que elas tivessem totalmente entregues ao mundo dos prazeres carnais. Disse-me ela também, que a tortura que tinham feito comigo era comum em pacientes revoltadas como eu, que aquele procedimento servia para quebrar o orgulho das pacientes, orgulho esse que era o maior empecilho para o tratamento da neurose e que os traumas passados, se os tivesse, seriam anulados pelo trauma presente, e esse trauma por estar mais recente seria aos poucos transformado em experiência erótica na mente da paciente. Fiquei pasma como essa menina tinha tanta informação, mas ela estava ali há um bom tempo e segundo me pareceu era muito inteligente, tinha outras mulheres as quais eles abusavam também, tudo em nome da teoria pró-sexo do médico.

A menina se afeiçoara a mim, Paula quando não estava sendo abusada passava o restante de tempo comigo, deitava-se na minha cama e passava um bom tempo me contando sobre sua vida, descobri que ela era uma espécie de ninfomaníaca e gostava muito de sexo, não sei por que, mas comecei a sentir-me mais a vontade com ela. Enquanto falava com o rosto apoiado no meu pescoço, sua mão percorria todo o meu corpo; barriga, pernas, braços e vagina me causando arrepios de prazer, comecei a gostar daquela menina, um sentimento que nunca tinha sentido no mundo real. Nesse meio tempo ela deu-me um beijo, insinuando sua língua dentro da minha boca, pela primeira vez na vida eu estava a me entregar completamente a uma pessoa sem receio algum, passávamos horas namorando na enfermaria deitadas na minha cama, as pessoas passavam e agiam naturalmente me deixando muito a vontade.

Certa noite os enfermeiros voltaram em busca de sexo, talvez por esse motivo não nos tivessem dado medicação naquele dia, estávamos totalmente conscientes do que estava acontecendo, as escolhidas para a fornicação éramos eu, minha amiga Paula, e uma bela senhora que tinha em torno de uns quarenta anos de idade, muito bem servida de pernas e bunda, que sofria de depressão e já havia tentado suicídio, era casada e tinha um corpo muito voluptuoso. Nós três fomos levadas para uma sala que ficava no primeiro andar do prédio, lá havia uma mesa de sinuca e alguns colchões dispostos pelo chão. Minha amiga Paula com um sorriso no rosto e os olhos brilhando foi logo baixando o short mostrando suas belas curvas de ninfeta, parecia que nesses momentos sua beleza resplandecia, aquela menina era um poço de perdição, até eu fiquei excitada vendo seu corpo nu e como ela se entregava aqueles momentos de devassidão, era como se eu pudesse vislumbrar o instante de uma inocência corrompida vendo aquela menina despida pedindo por sexo. A bela senhora mantinha-se vestida e começou a perguntar: – O que vocês vão fazer comigo? Seja lá o que for eu não quero.

Um dos enfermeiros, o louro meio musculoso com cara de psicopata respondeu: – Ou você se entrega ou volta para as sessões de eletro-choque. E ai, o que vai ser?

Nesse momento a mulher também desceu seu short e ficou só de calcinha mostrando um belo corpo ainda todo durinho. O louro a levou para um colchão que estava no chão e começou a beijar a mulher por todo o corpo, fazendo seu lindo rosto branco como neve corar com o banho de língua que estava levando. Eu da minha parte decidira parar de lutar, não ia mais resistir, afinal de contas eram três homens fortes e minha persistência em não ceder poderia causar-me mais dificuldades. Estava muito nervosa com o que estava acontecendo, fiquei com medo de sentir dor, mas Paula chegou-se perto de mim só de calcinha e começou beijar-me a boca demoradamente enquanto tirava minha blusa. No auge dos meus vinte e três anos eu tinha um belo corpo de uma tez morena clara, meus cabelos pretos e lisos iam até minha cintura, meu bumbum era grande e arrebitado harmonizando-se naturalmente com minhas coxas e panturrilha que eram grossas, conferindo uma linda visão para quem me olhava. Comecei a relaxar mais com os beijos de Paula, quando sinto abraçar-me por trás o terceiro enfermeiro, um moreno de rosto bonito que devia ter uns trinta anos, tinha um corpo atlético e cheirava muito bem, senti quando suas mãos começaram a me despir deixando meu bumbum exposto as suas investidas, em pé mesmo apoiando-me nos braços de Paula senti aquele pênis pincelar copiosamente os meus lábios vaginais, comecei a ficar molhada e desejar que aquele homem me penetrasse de imediato. Enquanto isso a mulher casada era comida com muito gosto pelos outros dois homens, um metia em sua vagina outro em seu anus arrancando-lhe urros de dor e prazer em um esplendido sanduíche humano.

Sinto aquele homem enfiar seu pênis em mim deflorando minha intacta virgindade, segurava Paula com muita força cravando meus dedos em seus ombros enquanto ela sugava meus seios, senti dor mais o tesão era tão grande que o prazer tomou conta de tudo, soltei um grito quando o homem me penetrou, sua rola alargava cada vez mais minha xaninha fazendo com que as estocadas ficassem mais e mais confortáveis e gostosas. Em dado momento já não agüentava de prazer, veio meu primeiro orgasmo, na hora minhas pernas tremeram, pensei que ia desfalecer e soltei um gemido animal que fez o homem aumentar suas estocadas. O troglodita que era amante de Paula e tinha gozado em sua boca naquele dia não agüentou e veio em minha direção com aquela enorme rola, empurrou Paula, segurou-me pelos cabelos e meteu seu mastro na minha boca enquanto o outro me comia a xoxota por trás. Chupei sua rola com vontade, sentia aquele pênis tocar o fundo de minha garganta e esperava ansiosamente o momento de beber aquele sêmen que alguns dias atrás imaginei ser leite condensado. O louro com cara de psicopata acabava de gozar na cara da mulher de quarenta anos deixando-a toda lambuzada, e com uma cara pasma de quem nunca tinha sido comida daquele jeito. O homem que me comia a xoxota saiu de mim e disse: – Vou gozar no cú da Paula, essa vadiazinha gostosa, quero ver se ela agüenta. Pegou Paula pela cintura e começou a forçar a entrada de seu anus, metendo com um pouco de dificuldade e arrancando um grito de dor da putinha Paula que agora chorava por ter sua bundinha arrombada daquele jeito, o homem ficou a meter despreocupado com a tortura que estava infligindo aquela fêmea. O troglodita que metia na minha boca tirou sua rola toda melecada deixando-me sentir o gosto de parte de seu sêmen, e enfiou de uma só vez em minha vagina até pouco tempo virgem, arregaçando-a mais ainda, senti um pouco de dor, mas foi questão de segundos. Fui colocada lado a lado com Paula apoiada numa mesa de mármore que ficava presa a parede, ficamos nós duas sendo comidas paralelamente à nos olharmos nos olhos meio que cúmplices no nosso delírio sexual. Senti um orgasmo intenso no mesmo instante que aquele gigante ejaculou dentro de mim, senti-me inundada com todo aquele esperma escorrendo pelas minha coxas. Paula meio que desfalecida também recebia sua cota de leite condensado na bunda, que foi logo em seguida liberada da rola do homem que a comia, via a sua cara de êxtase molhada de suor e um sorriso de menina que não desaparecia de sua face.

Autor: elise

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